David é o estilo de profissional que todos sonham em ter em suas empresas. Dinâmico, prestativo, alegre, motivado. Quando você menos espera, lá está ele com um sorriso no rosto perguntando se você precisa de alguma coisa. Ele é “office boy" de uma empresa de eletrônicos.
Em 1970 o psicólogo húngaro-americano Mihaly Csikszentmihalyi desenvolveu um interessante indicador de satisfação ou felicidade que ele chamou de “flow”. De acordo com seus estudos, a pessoa que passa pela experiência do “flow” fica completamente e inconscientemente absorta em uma determinada atividade que nada mais parece importar naquele momento.
Se você pudesse escolher uma das situações a seguir, qual você escolheria:
procurar a sua paixão profissional e então trabalhar arduamente nela ou ser bom o suficiente em seu trabalho a ponto de encontrar a sua paixão naquilo que está realizando atualmente?
Este ano o famoso metrô de Londres completou 150 anos e posso dizer que ele ainda está em muito boa forma.
Após 27 dias percorrendo diversas estações e presenciando cenas incríveis pelo metrô de Londres, descobri que o Tube – como é chamado pelos ingleses – não oferece apenas uma boa locomoção, mas inúmeras lições de comunicação, facilidade, organização, pontualidade, segurança, atendimento ao cliente, eficiência.
Esta pergunta foi feita a um candidato que participava de uma entrevista de emprego. Pense bem... O que você diria se alguém lhe fizesse a essa mesma pergunta?
Chegamos ao final do ano. Geralmente nesta época fazemos um balanço de tudo o que aconteceu e que nos trouxe alegrias, aprendizados, reflexões. A partir daí montamos um plano para o próximo ano.
Entretanto, já reparou que algumas de nossas ações são escritas todo ano e não saem do papel?
Há poucos dias um amigo me fez a seguinte indagação: “trabalho com comprometimento, busco sempre me atualizar e sou reconhecido na empresa em que trabalho como “acima da média”. Entretanto, as atividades que realizo nunca foram a minha paixão. As coisas aconteceram e hoje, por ser referência em minha área de atuação, posso dizer que gosto realmente do que faço. Mas será que se eu tivesse seguido os meus sonhos, teria sido ainda mais feliz”?
Muitos profissionais sofrem com a tal da “síndrome da segunda-feira”, cujos sintomas são bastante conhecidos: domingo à noite, só em pensar que precisam retornar ao trabalho pela manhã, já começam a sentir dores de barriga, de cabeça, taquicardia.
Há alguns dias, um amigo confidenciou que se sente “sabotado” toda vez que sai de uma reunião improdutiva em sua empresa.
Intrigada, fui questioná-lo sobre aquela expressão e ele rapidamente retrucou:
- "Sim! Sabotado! As pessoas sabotam o meu tempo, minha criatividade, minha motivação".
Passamos cerca de 8 horas por dia no ambiente de trabalho, convivendo com pessoas muito diferentes da nossa forma de pensar e agir. Isso pode gerar alguns atritos. Ter equilíbrio emocional, sobretudo nos momentos de adversidade é fundamental para que as questões sejam resolvidas de forma assertiva.
Confira a seguir 4 situações que podem ocorrer em ambientes corporativos e que o deixarão mais estressado. Veja como se sair dessas armadilhas com equilíbrio emocional.













