Um rapaz está em uma fila esperando para pagar um produto. Assim que chega a sua vez a atendente grita: - Próximo! Ele se aproxima e retruca. - Bom dia Maria! A menina do outro lado do balcão indaga: - Senhor, meu nome não é Maria. E o rapaz então responde: - Nem o meu é Próximo.

Há alguns dias estava no Metrô e não pude deixar de ouvir dois jovens conversando. Um deles, com um baita sorriso no rosto, comentava sobre uma menina nova do trabalho: “Ela é linda, inteligente, meiga. Tudo que eu desejo em uma mulher." O amigo logo retrucou: “Nossa, nunca ouvi você falando de alguém com tanta empolgação. Por que não tenta conquistá-la?”

Quantas pessoas você conhece que estão acomodadas em seus empregos e não gostam das atividades que realizam? Quantos processos em sua empresa são repetidos todo ano, mas que já não trazem resultados satisfatórios há algum tempo?

Já reparou quanto tempo gastamos durante o dia falando de pessoas e situações que nos fazem mal?

Quantas iscas são jogadas para você durante o dia? Ser agressivo ou ficar na defensiva não é a melhor solução quando alguém lança uma provocação. Agir com maturidade e serenidade nesses momentos pode ser uma boa saída.

O psiquiatra Mark Goulston, autor do livro Pare de se Sabotar no Trabalho, diz que jogar uma isca para alguém é uma forma de insulto que pode ser uma simples provocação em tom de brincadeira ou algo com a intenção clara de ofender.

As pessoas costumam dizer que o ano só começa em Março. Aliás, na primeira semana após o carnaval podíamos ouvir a todo o momento:

Ouvi essa frase de um garçom muito simpático que trabalha há mais de vinte anos em um restaurante em São Paulo.

É interessante observar no dia a dia a forma como reclamamos dos nossos problemas: "O chefe não reconheceu o meu trabalho". "Meu colega foi grosso comigo". "Meu parceiro só pensa nele". "A empresa não me contratou".

“Criar é mais fácil, pois faz parte do nosso trabalho e estamos preparados para isso. Reproduzir com qualidade todos os dias é o mais complicado”.